Eternos Aprendizes

21/04/2009

Gliese 581 d pode ser um exoplaneta oceânico

Gliese 581 d pode ser um exoplaneta oceânico – um mundo aquático

Visão de um exoplaneta oceânico orbitando uma estrela anã-vermelha

Visão de um exoplaneta oceânico congelado orbitando uma estrela anã-vermelha

Gliese 581, a estrela anã-vermelha que há alguns anos apareceu nos noticiários sobre sua possível “super-terra” em zona de habitação, voltou a ser manchete. O famoso astrônomo suíço Michel Mayor, caçador de exoplanetas,  e seu time de astrônomos do Observatório de Genebra na Suíça localizaram um quarto planeta nesse sistema, Gliese 581 e o qual tem massa de apenas 1,9 vezes a massa da Terra. Tal cálculo aponta esse exoplaneta como o menor já encontrado a orbitar uma estrela na sequência principal [ o menor exoplaneta é o PSR 1257+12 b que orbita um pulsar, uma estrela de nêutrons, remanescente de uma supernova ]. Orbitando a  sua estrela em apenas 3,15 dias-terrestres, o novo planeta extrasolar está próximo demais da sua estrela para situar-se dentro da zona de habitação de Gliese 581,  a qual fica na constelação de Libra, a 20,5 anos-luz de distância da Terra.

A descoberta deste exoplaneta pequeno (para os padrões atuais de busca), contudo, trás ótimas noticias: os refinamentos nos cálculos dos demais exoplanetas desse sistema confirma que o quarto planeta Gliese 581 d está dentro da zona habitável!

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22/03/2009

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

George Dvorsky defende uma forte opinião quanto à ‘hipótese da terra rara’ em seu blog Sentient Developments, referindo-se a esse tema como uma desilusão e contestando os motivos pelos quais a vida na galáxia é provável de ser incomum. O post lembra o livro que deu origem a tudo isso: Rare Earth: Why Complex Life is Uncommon in the Universe (Copernicus, 2000), escrito por Peter Ward e Donald Brownlee. Os autores do livro argumentam que a vida complexa (multicelular) na Terra só foi possível devido a uma incrível cadeia de circunstâncias acidentais. Ward e Brownlee defendem que grande parte da nossa galáxia é composta de ‘zonas mortas’.

O tema é complexo e envolve fatores como o lugar do planeta na zona habitável da galáxia (um assunto controverso), sua órbita em torno da sua estrela, seu tamanho, seus satélites, sua magnetosfera, suas placas tectônicas, e muito mais.

Quem afinal está com a razão?

Vejamos a seguir…

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01/02/2009

Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas

Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas

Impressão artistica (Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?

Impressão artística (crédito: Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?

[ Tradução do artigo “Astronomers Now Looking For Exomoons Around Exoplanets” escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 14 de dezembro de 2008 ]

Está começando a parecer que os astrônomos estão se tornando cansados de observar diretamente os exoplanetas, já estivemos aqui, já fizemos isso… Assim eles estão agora se aprofundando mais visando uma nova grande descoberta: a detecção de exoluas (ou lua extrasolar) orbitando exoplanetas. Em novo estudo um astrônomo britânico quer usar a técnica mais comumente utilizada na observação indireta de exoplanetas. Essa tradicional e amplamente usada técnica verifica a estrela candidata para ver se ela tremula. A tremulação ou flutuação orbital estelar é usualmente causada pela presença de um objeto massivo orbitando a estrela, revelando indiretamente a presença de um exoplaneta (ou um objeto sub-estelar como uma anã-marrom).

Agora, de acordo com David Kipping, a presença de exoluas também poderá ser detectada pelo “método da análise da flutuação orbital”. Como fazê-lo?

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