Eternos Aprendizes

12/04/2009

Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia

Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham

Como a Lua se formou? A principal hipótese Giant Impact Theory” propõe que no início da formação do Sistema Solar, um protoplaneta com a dimensão de Marte impactou com a Terra. Os restos da colisão, uma mistura do material de ambos os corpos, foram arremessados para fora da órbita da Terra e se aglutinaram dando origem a Lua. Em breve esta teoria poderá ser testada, resolvendo talvez a questão de como a Lua se formou. Duas sondas gêmeas, da NASA, estão prestes a entrar em regiões do espaço conhecidos como Pontos de Lagrange onde os restos deste misterioso protoplaneta podem estar escondidos. As sondas denominadas Solar Terrestrial Relations Observatory, ou simplesmente STEREO, passarão pelos pontos L4 e L5 onde a gravidade do Sol e da Terra se une formando vazios gravitacionais onde asteróides e poeira espacial tendem a recolher-se.

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29/01/2009

Pedra lunar revela que a Lua teve um núcleo magnético pastoso

Pedra lunar revela que a Lua teve um núcleo magnético pastoso

NASA

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

Quando, nos anos 60 e 70, os cientistas afirmaram que as pedras da Lua trazidas pelos astronautas da Apollo iriam manter os pesquisadores bastante ocupados por décadas, eles não estavam brincando. A análise em uma das mais puras rochas coletadas na missão Apollo 17 ajudou a resolver um antigo enigma lunar. Os pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) trabalharam na mais detalhada análise já feita da mais antiga pedra da coleção da Apollo. Traços magnéticos registrados na rocha forneceram uma forte evidência que há 4,2 bilhões de anos a Lua tinha um núcleo líquido com um dínamo, como o manto existente na Terra hoje, o qual produz um poderoso campo magnético.

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28/01/2009

Amostras de rochas lunares trazidas pela missão Apollo 17 ajudam cientistas a apurar a idade da Lua

Amostras de rochas lunares trazidas pela missão Apollo 17 ajudam cientistas a apurar a idade da Lua

O Cientista-astronauta Harrison Schmidt fotografado perto de uma grande rocha durante uma exploração da superficie lunar feita por ele e pelo companheiro, o astronauta da Apollo 17, Eugene Cernan. Esta grande rocha foi chamada “Split Rock” (Pedra Rachada). Cientistas analisaram amostras tiradas da "Split Rock" e concluiram que ela foi formada por solidificação de material de impacto. Isto quer dizer que "Split Rock" foi formada por rocha derretida, lançada pelo impacto de um meteorito. Ao fundo vemos o jipe lunar que foi utilizado pelos astronautas para se deslocarem para longe do local de pouso e coletar amostras lunares.

O cientista-astronauta Harrison Schmidt fotografado perto de uma grande rocha durante uma exploração da superfície lunar feita por ele e pelo companheiro, o astronauta da Apollo 17 Eugene Cernan. Esta grande rocha foi chamada “Split Rock” (Pedra Rachada). Os cientistas analisaram amostras tiradas da "Split Rock" e concluíram que ela foi formada por solidificação de material de impacto. Isto quer dizer que "Split Rock" foi formada por rocha derretida, lançada pelo impacto de um meteorito. Ao fundo vemos o jipe lunar que foi utilizado pelos astronautas para se deslocarem para longe do local de pouso e coletar amostras lunares.

Uma pequena quantidade do mineral zircônio, mais antiga que qualquer uma já encontrada na Terra, foi extraída a partir de uma amostra de rocha trazida pelos astronautas da missão Apollo 17. O mineral encontrado ajudará na apuração da data em que a Lua recém formada se solidificou.

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08/11/2008

Sinais de vulcanismo foram descobertos na face oculta da Lua a partir de fotos da sonda japonesa Kaguya

Sinais de vulcanismo foram descobertos na face oculta da Lua

Science/AAAS

Imagem com detalhes do Mare Moscoviense mostrando uma baixa quantidade de crateras de impacto. Crédito - Science/AAAS

A atividade vulcânica na face oculta da Lua (o lado que não vemos aqui da Terra) pode ter existido por mais tempo que se pensava. A sonda japonesa Kaguya enviou recentemente imagens com novas evidências. A descoberta, detalhada na revista Science em novembro de 2008, vai trazer uma nova luz sobre a formação lunar e sua evolução.

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