Eternos Aprendizes

30/04/2009

Eternos Aprendizes em novo endereço!

ATENÇÃO !

Exoplaneta gelado

Eternos Aprendizes estão agora em novo endereço!

O novos posts de Eternos Aprendizes relacionados aos temas Astronomia, Espaço, Exploração Espacial, Cosmologia e Física estão sendo publicados em nosso novo endereço: www.eternosaprendizes.com

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Os posts antigos e seus comentários foram todos migrados para o novo endereço, no entanto, para que os leitores não percam os links antigos, manteremos aqui os posts originais, com ponteiros para o novo blog por mais alguns meses.

Esperamos por vocês lá!

ROCA e ξΥξ

06/04/2009

A pesquisa galáctica 6dFGS monta um novo mapa cósmico e revela estruturas e vazios colossais

A pesquisa galáctica 6dFGS monta um novo mapa cósmico e revela estruturas e vazios colossais

montage_6dfgsA maior pesquisa galáctica já realizada até hoje, denominada 6dFGS (Six Degree Field Galaxy Survey), observou concentrações gigantes de matéria e enormes vazios cósmicos. Um desses vazios é tão grande que há uma indefinição sobre as suas origens.

O projeto 6dFGS mapeou o equivalente a 41% de todo o céu,  mais de 80% do céu visível a partir do hemisfério sul, medindo as posições e distâncias de 110.000 galáxias distantes até 2 bilhões de anos-luz da Terra (equivalente ao desvio para o vermelho z=0,15), que irá revelar não apenas a localização das galáxias mas também para onde elas estão se deslocando, quais são suas velocidades relativas e o que está causando seu movimento.

Mapa da pesquisa SDSS

SDSS

Nenhuma pesquisa anterior tinha coberto tamanha fatia do céu. A famosa pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey – veja uma imagem do mapa gerado pela SDSS clicando no ícone à esquerda), baseada no céu do hemisfério norte, realizou uma varredura cósmica notável mas restringiu-se a uma região com apenas 23% do céu.

O encerramento do censo cósmico 6dFGS foi anunciado em 3 de abril pelo time liderado pelo Dr. Heath Jones do Anglo-Australian Observatory em Epping, Austrália.

O projeto 6dFGS usou o telescópio de 1,2 metros UK Schmidt na Austrália, que é operado pelo Siding Spring Observatory em New South Wales, Austrália, e a varredura se restringiu aos céus visíveis no hemisfério sul .

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24/03/2009

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar (super Buraco-Negro ativo)

No coração de uma galáxia ativa, a matéria do disco de acresção cai dentro do buraco negro supermassivo, mas parte desta massa é desviada e cria jatos de partículas que viajam quase a velocidade da luz. Para as galáxias ativas classificadas como blazars, um de estes jatos de matéria se dirige diretamente até a Terra. Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center Conceptual Image Lab

No coração de uma galáxia ativa, a matéria do disco de acresção cai dentro do buraco negro supermassivo, mas parte desta massa é desviada e cria jatos de partículas que viajam em velocidades relativísticas. Essa imagem represnta uma galáxia ativa classificada como blazar e um do seus jatos de matéria se dirige diretamente até a Terra. Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center Conceptual Image Lab

Uma equipe internacional de astrofísicos usando telescópios terrestres e espaciais tem observado surpreendentes alterações na radiação emitida por uma galáxia ativa. O quadro que surge a partir destas primeiras observações simultâneas com telescópios ópticos, de raios-X e de última geração de raios gama é muito mais complexo do que os cientistas esperavam e desafia as atuais teorias de como a radiação das galáxias ativas é gerada.

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08/01/2009

O que está acontencendo no centro da Via Láctea? Hubble e Spitzer ajudam a responder

Centro da Via Láctea em infra-vermelho

Esta imagem composta do centro da Via Láctea revela uma nova população de estrelas massivas e novos detalhes de estruturas completas no gás ionizado girando em torno do centro (300 anos-luz). Esse panorama é a imagem mais nítida em infravermelho já obtida do núcleo galáctico. Crédito – Hubble: NASA, ESA, & D. Q. Wang (U. Mass, Amherst); Spitzer: NASA, JPL, & S. Stolovy (SSC/Caltech) {1}

O que está acontecendo no centro da nossa galáxia?

Para ajudar a descobrir os telescópios espaciais orbitais Hubble e Spitzer combinaram seus esforços para inspecionar a região a um nível de detalhe inédito na faixa do espectro da radiação infravermelha. A radiação infravermelha é particularmente muito útil para analisar o centro da Via Láctea uma vez que a luz visível emanada pelos objetos centrais é obscurecida pela poeira cósmica.

A imagem acima é o resultado do agrupamento de mais de 2.000 imagens do NICMOS, equipamento do Hubble Space Telescope, criadas em 2008.

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07/01/2009

Surpresa! A Via Láctea é muito mais massiva e gira mais rápido do que pensávamos

Surpresa! A Via Láctea é muito mais massiva e gira mais rápido do que pensávamos

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Os cientistas revisaram profundamente a massa da Via Láctea e descobriram que nossa galáxia é 50% mais massiva que se pensava anteriormente.

A Via Láctea não é mais a “irmã-menor” da galáxia Andrômeda, agora concluiu-se que ela está emparelhada com Andrômeda em termos de massa, ou seja, como massa equivalente a 3 trilhões de vezes a massa do Sol.

Além disso, constatou-se que a Via Láctea gira sobre seu centro muito mais rápido.

Vamos ver a seguir como chegaram a essa conclusão…

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19/12/2008

NGC 6745 – Galáxias em colisão formam o desenho de uma cabeça de pássaro

duas galáxias em colisão formam o desenho de uma cabeça de pássaro

NGC 6745: a foto mostra duas galáxias em colisão que formam o desenho de uma cabeça de um pássaro tentando fisgar seu alimento. {1}

As galáxias em geral não têm uma aparência como a da NGC 6745. Essa galáxia ímpar mostra na realidade o resultado de duas galáxias em colisão há centenas de milhões de anos.

Essa fotografia mostra no canto inferior direito a galáxia menor, a NCG 6745B, afastando-se. A galáxia maior, a NCG 6745A, exibida na imagem foi no passado uma típica galáxia espiral que agora aparece deformada e com um formato peculiar. A gravidade distorceu violentamente os formatos de ambas as galáxias. Embora seja bem provável que nenhuma estrela tenha colidido diretamente, o gás, a poeira cósmica, e os campos magnéticos interagem diretamente. De fato, um de gás ejetado da galáxia maior no canto inferior direito da foto já iniciou a formação de novas estrelas. A NGC 6745 tem cerca de 80 mil anos-luz de diâmetro e está localizada há 200 milhões de anos-luz da Terra.

Fontes e Referências:

NASA Hubblesite.org: A Bird’s Eye View of a Galaxy Collision

Foto:

{1} A Galaxy Collision in NGC 6745 Crédito: NASA, ESA e Hubble Heritage Team (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration – Roger Lynds (KPNO/NOAO) et al.

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29/11/2008

O astrofísico Puragra Guhathakurta fala da arquitetura das galáxias

O astrofísico Puragra Guhathakurta fala da arquitetura das galáxias

“O que aprendemos a partir da Via Láctea sobre o cenário da formação hierárquica de galáxias pode ser aplicado a outras grandes galáxias” (Puragra Guhathakurta)

Observatório Lick

Observatório Lick

Detalhe e realismo em partes iguais são as características que o professor Puragra (Raja) Guhathakurta gosta de espelhar tanto em seus projetos de investigação científica como em suas criações artísticas. Aficionado desenhista de retratos, este professor de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Califórnia tem trabalhado no Observatório Lick desde 1985, ano em que imigrou de sua terra natal, a Índia, para os Estados Unidos. Ele considera a galáxia de Andrômeda como um laboratório cosmológico ideal para estudar o que mais lhe apaixona como astrofísico: a interação entre galáxias, os aglomerados estelares e seus processos hierárquicos de formação.

Puragra Guhathakurta esteve presente no evento anual de astrofísica XX Canary Islands Winter School of Astrophysics:

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28/10/2008

A belíssima galáxia espiral NGC 7331 por Vicent Peris e Gilles Bergond

NGC 7331 por Vicent Peris e Gilles Bergond

NGC 7331 por Vicent Peris (OAUV / PTeam) e Gilles Bergond (Calar Alto Observatory) {1}

Apontada como uma das galáxias favoritas dos astrônomos, a grande e belíssima galáxia espiral NGC 7331 é uma das galáxias mais brilhantes que está ausente do famoso catálogo de Charles Messier, criado no século XVIII. A galáxia NGC 7331 fica a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação do hemisfério norte chamada Pegasus e é similar em tamanho a nossa galáxia, a Via-Láctea.

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