Eternos Aprendizes

30/04/2009

Eternos Aprendizes em novo endereço!

ATENÇÃO !

Exoplaneta gelado

Eternos Aprendizes estão agora em novo endereço!

O novos posts de Eternos Aprendizes relacionados aos temas Astronomia, Espaço, Exploração Espacial, Cosmologia e Física estão sendo publicados em nosso novo endereço: www.eternosaprendizes.com

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Esperamos por vocês lá!

ROCA e ξΥξ

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14/04/2009

Apollo 17: os astronautas comprovaram que fita adesiva é um equipamento mandatório na exploração espacial

Apollo 17: os astronautas comprovaram que fita adesiva é um equipamento mandatório na exploração espacial

Missão Apollo 17: rover reparado com fita adesiva, grampos e mapas descartáveis

Missão Apollo 17: rover reparado com fita adesiva, grampos e mapas descartáveis

Por que a Lua é tão cheira de poeira?

Na Terra as rochas são erodidas pelo vento e pela água, criando o solo e areia. Na Lua, uma longa história de bombardeio por micrometeoritos tem atingido duramente a superfície rochosa criando uma camada de poeira fina e áspera de solo lunar ou regolito.

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12/04/2009

Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia

Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham

Como a Lua se formou? A principal hipótese Giant Impact Theory” propõe que no início da formação do Sistema Solar, um protoplaneta com a dimensão de Marte impactou com a Terra. Os restos da colisão, uma mistura do material de ambos os corpos, foram arremessados para fora da órbita da Terra e se aglutinaram dando origem a Lua. Em breve esta teoria poderá ser testada, resolvendo talvez a questão de como a Lua se formou. Duas sondas gêmeas, da NASA, estão prestes a entrar em regiões do espaço conhecidos como Pontos de Lagrange onde os restos deste misterioso protoplaneta podem estar escondidos. As sondas denominadas Solar Terrestrial Relations Observatory, ou simplesmente STEREO, passarão pelos pontos L4 e L5 onde a gravidade do Sol e da Terra se une formando vazios gravitacionais onde asteróides e poeira espacial tendem a recolher-se.

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08/03/2009

HiRISE guia o robô explorador Opportunity em sua incrível jornada pelas dunas de Marte rumo à cratera Endeavour

HiRISE guia o robô explorador Opportunity em sua incrível jornada pelas dunas de Marte

Robô Opportunity trafega sobre as dunas marcianas (NASA/HiRISE/Universidade do Arizona)

Robô Opportunity trafega sobre as dunas marcianas (NASA/HiRISE/Universidade do Arizona)

Não nos resta dúvida que são imagens como essa que reforçam as perspectivas do programa de exploração de Marte. Atualmente temos dois veículos de exploração que têm viajado através da paisagem de Marte há 5 anos (Êpa! Eles foram projetados para operar por apenas três meses!), além de 3 satélites orbitando o planeta vermelho suportando uma grande variedade de estudos científicos. A sonda espacial MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) orbita Marte a 250 km de altura e tem cumprido sua missão de “reconhecimento orbital” brilhantemente. É através desse satélite que o programa High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) está ajudando o robô explorador Opportunity a achar o melhor caminho através das ondulantes dunas de areia do Meridiani Planum. São robôs ajudando outros robôs em Marte…

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07/03/2009

Nova lua encontrada pela Cassini pode ser a origem da formação do arco de anel externo G de Saturno

Saturno: Lua encontrada pela Cassini pode ser a origem da formação do seu anel externo G

A sonda espacial Cassini da NASA encontrou inserida dentro do anel G do planeta Saturno uma mini-lua que aparece nas fotos como um pequeno ponto luminoso. Cientistas julgam que essa lua é a fonte principal do anel G, o último descoberto, e seu singelo arco de anel.

Esta seqüência de 3 imagens, obtida pela Cassini em 10 minutos mostram a trajetória do recém descoberto satélite no arco existente no anel G de Saturno. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

Esta seqüência de 3 imagens, obtida pela Cassini em 10 minutos mostram a trajetória do recém descoberto satélite no arco existente no anel G de Saturno. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

Os cientistas que trabalham com as imagens produzidas pela sonda Cassini acharam essa mini-lua com cerca de 800 metros de diâmetro incrustada no arco do anel G (anel parcial).

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26/02/2009

Kaguya fotografa o Anel de Diamante: o eclipse do Sol visto da Lua

Kaguya fotografa o Anel de Diamante: o eclipse do Sol visto da Lua

Kaguya fotografa o anel de diamante

Kaguya fotografa o anel de diamante

Na foto acima está algo que nós não conseguimos ver daqui… De fato, é a primeira vez que isso é documentado. Em 10 de fevereiro de 2009 a sonda japonesa Kaguya (Selene) que está em órbita em volta da Lua capturou com sucesso uma imagem de um eclipse penumbral lunar. Nesse caso é diferente: trata-se da Terra passando em frente do Sol, visto da Lua. SIM, isso mesmo! Visto a partir da Lua…

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17/02/2009

O problema do lixo espacial explicado em imagens

O problema do lixo espacial explicado em imagens

Lixo espacial, escombros espaciais, rejeitos espaciais, detritos em órbita, chame como você quiser… Não é só na Terra que lixo e escombros causam problemas. “Porcas e parafusos” da construção da Estação Espacial Internacional (ISS), vários rejeitos acidentais tais como luvas de traje espacial, câmeras, bem como fragmentos de espaçonaves que explodiram podem tornar-se gravíssimos problemas para o futuro da navegação espacial se ações preventivas para mitigar as ameaças não forem tomadas desde agora. O centro de operações espaciais europeu da ESA colocou uma coleção de imagens interessantes no seu site.

space-debris-1

Na imagem acima temos uma plotagem dos objetos rastreáveis em órbita da Terra em baixa altitude (chamada de LEO – “Low Earth Orbit”), como se pode ver na nuvem de objetos em volta da Terra, órbita geoestacionária (os satélites GEO, bem distantes, a cerca de 35.786 km sobre a Terra), em formato de grande anel, além dos diversos satélites entre esses dois níveis.

O recente choque entre o satélite russo Cosmos 2251 e o americano Iridium 33 trouxe-nos um forte aviso de que se nenhuma ação for tomada em breve teremos graves problemas na utilização do espaço orbital terrestre.

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15/02/2009

Os satélites e o lixo espacial: quais são as estatísticas?

Os satélites e o lixo espacial: quais são as estatísticas?

Lixo espacial © David Clark

Lixo espacial © David Clark

A primeira colisão entre satélites da história da exploração espacial entre o satélite de comunicação russo obsoleto Cosmos 2251 e o satélite de comunicação norte-americano Iridium 33 leva-nos a pensar sobre o que poderá acontecer no futuro, se esse cenário é só o primeiro de uma série de colisões ou se tal desastre é um evento raro.

Afinal, do que estamos falando aqui?

Quais são os números associados aos objetos espalhados na órbita terrestre?

Vejamos a seguir essas estatísticas…

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01/02/2009

O “nascer” da Terra visto da Lua pela sonda japonesa Kaguya

Filed under: -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Lua — Tags:, , , , — ROCA @ 5:48

O “nascer” da Terra visto da Lua pela sonda japonesa Kaguya

Veja no vídeo abaixo o “nascer” da Terra visto da Lua capturado pela sonda japonesa Kaguya via HDTV-tele-câmera.

Aguarde alguns segundos para ver a Terra “nascendo” no horizonte lunar.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

more about “JAXA | Full Earth-rise taken by the K…“, posted with vodpod

Veja também:

Sinais de vulcanismo foram descobertos na face oculta da Lua a partir de fotos da sonda japonesa Kaguya


29/01/2009

Pedra lunar revela que a Lua teve um núcleo magnético pastoso

Pedra lunar revela que a Lua teve um núcleo magnético pastoso

NASA

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

Quando, nos anos 60 e 70, os cientistas afirmaram que as pedras da Lua trazidas pelos astronautas da Apollo iriam manter os pesquisadores bastante ocupados por décadas, eles não estavam brincando. A análise em uma das mais puras rochas coletadas na missão Apollo 17 ajudou a resolver um antigo enigma lunar. Os pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) trabalharam na mais detalhada análise já feita da mais antiga pedra da coleção da Apollo. Traços magnéticos registrados na rocha forneceram uma forte evidência que há 4,2 bilhões de anos a Lua tinha um núcleo líquido com um dínamo, como o manto existente na Terra hoje, o qual produz um poderoso campo magnético.

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