Eternos Aprendizes

30/04/2009

Eternos Aprendizes em novo endereço!

ATENÇÃO !

Exoplaneta gelado

Eternos Aprendizes estão agora em novo endereço!

O novos posts de Eternos Aprendizes relacionados aos temas Astronomia, Espaço, Exploração Espacial, Cosmologia e Física estão sendo publicados em nosso novo endereço: www.eternosaprendizes.com

ou: http://eternosaprendizes.com

ou, via RSS: http://eternosaprendizes.com/feed/

ou, por RSS ATOM: http://eternosaprendizes.com/feed/atom/

Os posts antigos e seus comentários foram todos migrados para o novo endereço, no entanto, para que os leitores não percam os links antigos, manteremos aqui os posts originais, com ponteiros para o novo blog por mais alguns meses.

Esperamos por vocês lá!

ROCA e ξΥξ

21/04/2009

Gliese 581 d pode ser um exoplaneta oceânico

Gliese 581 d pode ser um exoplaneta oceânico – um mundo aquático

Visão de um exoplaneta oceânico orbitando uma estrela anã-vermelha

Visão de um exoplaneta oceânico congelado orbitando uma estrela anã-vermelha

Gliese 581, a estrela anã-vermelha que há alguns anos apareceu nos noticiários sobre sua possível “super-terra” em zona de habitação, voltou a ser manchete. O famoso astrônomo suíço Michel Mayor, caçador de exoplanetas,  e seu time de astrônomos do Observatório de Genebra na Suíça localizaram um quarto planeta nesse sistema, Gliese 581 e o qual tem massa de apenas 1,9 vezes a massa da Terra. Tal cálculo aponta esse exoplaneta como o menor já encontrado a orbitar uma estrela na sequência principal [ o menor exoplaneta é o PSR 1257+12 b que orbita um pulsar, uma estrela de nêutrons, remanescente de uma supernova ]. Orbitando a  sua estrela em apenas 3,15 dias-terrestres, o novo planeta extrasolar está próximo demais da sua estrela para situar-se dentro da zona de habitação de Gliese 581,  a qual fica na constelação de Libra, a 20,5 anos-luz de distância da Terra.

A descoberta deste exoplaneta pequeno (para os padrões atuais de busca), contudo, trás ótimas noticias: os refinamentos nos cálculos dos demais exoplanetas desse sistema confirma que o quarto planeta Gliese 581 d está dentro da zona habitável!

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

18/04/2009

Há vida em outros planetas?

Há vida em outros planetas? [Zeca dá seu depoimento]

pagina_do_zeca_coruja_eUma pergunta que me é feita com muita freqüência é se eu acredito que exista vida em outros planetas. Para respondê-la precisamos definir alguns pontos.

Acreditar? Saber? Ou supor?

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

16/04/2009

Antigo ecossistema antártico pode ser similar a ambientes com vida em outros mundos

Antigo ecossistema antártico pode ser similar a ambientes com vida em outros mundos

Um ecossistema foi encontrado nessa região da Antárctica. Crédito: Jill Mikucki

Um ecossistema foi encontrado nessa região da Antárctica. Crédito: Jill Mikucki

Cientistas encontraram um antigo ecossistema embaixo de uma geleira na Antártica, um sistema biológico isolado que sobreviveu por milhões de anos sem luz e oxigênio em uma piscina de água extremamente salgada, como uma salmoura. Esse ecossistema contém uma diversidade de bactérias que sobrevivem nas águas geladas e salgadas, repletas de ferro e sulfa. A água desse ecossistema permanece na temperatura de -10º Celsius sem congelar-se por causa do seu alto nível de salinidade, 3 a 4 vezes superior ao dos oceanos. Os cientistas que descobriram e estudaram o ecossistema acharam uma bactéria que consegue converter ferro e sulfa em alimento. A vida encontrada em condições extremas (extremófilos) como aqui pode sugerir como a vida poderia existir em outros planetas e serve como modelo de como a vida pode evoluir sobre o gelo. Assim, cientistas apontam para a possibilidade de vida sob a grossa camada de gelo na lua Europa de Júpiter.

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

02/04/2009

Métodos propostos para detecção de exoluas

Métodos propostos para detecção de exoluas

Exolua de tamanho similar a Terra orbitando um exoplaneta gigante gasoso

Métodos propostos para detecção de exoluas

O que é uma exolua?

Uma lua extra-solar, ou exolua, é um termo que se refere a um satélite natural que orbita um planeta extra-solar ou outro corpo extra-solar maior que o próprio objeto.

Até agora não foram descobertas luas extrasolares, mas sua existência tem sido prevista pelos astrônomos, orbitando diversos exoplanetas.

Quais são os métodos propostos de detecção de exoluas?

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

22/03/2009

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

George Dvorsky defende uma forte opinião quanto à ‘hipótese da terra rara’ em seu blog Sentient Developments, referindo-se a esse tema como uma desilusão e contestando os motivos pelos quais a vida na galáxia é provável de ser incomum. O post lembra o livro que deu origem a tudo isso: Rare Earth: Why Complex Life is Uncommon in the Universe (Copernicus, 2000), escrito por Peter Ward e Donald Brownlee. Os autores do livro argumentam que a vida complexa (multicelular) na Terra só foi possível devido a uma incrível cadeia de circunstâncias acidentais. Ward e Brownlee defendem que grande parte da nossa galáxia é composta de ‘zonas mortas’.

O tema é complexo e envolve fatores como o lugar do planeta na zona habitável da galáxia (um assunto controverso), sua órbita em torno da sua estrela, seu tamanho, seus satélites, sua magnetosfera, suas placas tectônicas, e muito mais.

Quem afinal está com a razão?

Vejamos a seguir…

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

03/03/2009

Nova técnica permite a descoberta de exoplanetas em imagens antigas do acervo do telescópio Hubble

Nova técnica permite a descoberta de exoplanetas em imagens antigas do acervo do telescópio Hubble

Imagens do arquivo de 1998 de fotos do Hubble da estrela HR 8799 depois do processo de depuração da imagem – um dos exoplanetas foi resolvido (D. Lafrenière et al., ApJ Letters)

Imagens do arquivo de 1998 de fotos do Hubble da estrela HR 8799 depois do processo de depuração da imagem – um dos exoplanetas foi resolvido (D. Lafrenière et al., ApJ Letters)

A nova técnica de processamento de imagens em um conjunto de fotos tiradas pelo telescópio espacial Hubble há 11 anos permitiu a descoberta da imagem direta de um exoplaneta orbitando a jovem estrela HR 8799 (NASA/HST).

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

01/02/2009

Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas

Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas

Impressão artistica (Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?

Impressão artística (crédito: Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?

[ Tradução do artigo “Astronomers Now Looking For Exomoons Around Exoplanets” escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 14 de dezembro de 2008 ]

Está começando a parecer que os astrônomos estão se tornando cansados de observar diretamente os exoplanetas, já estivemos aqui, já fizemos isso… Assim eles estão agora se aprofundando mais visando uma nova grande descoberta: a detecção de exoluas (ou lua extrasolar) orbitando exoplanetas. Em novo estudo um astrônomo britânico quer usar a técnica mais comumente utilizada na observação indireta de exoplanetas. Essa tradicional e amplamente usada técnica verifica a estrela candidata para ver se ela tremula. A tremulação ou flutuação orbital estelar é usualmente causada pela presença de um objeto massivo orbitando a estrela, revelando indiretamente a presença de um exoplaneta (ou um objeto sub-estelar como uma anã-marrom).

Agora, de acordo com David Kipping, a presença de exoluas também poderá ser detectada pelo “método da análise da flutuação orbital”. Como fazê-lo?

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

15/01/2009

Mundos em colisão: começa a caça do assassino no sistema binário BD+20 307

Concepção artistica de planetas em colisão no sistema binário BD+20 307, há aproximadamente 300 anos luz de distância da Terra, na constelação de Áries. ©Lynette R. Cook

Concepção artística de planetas em colisão no sistema binário BD+20 307, há aproximadamente 300 anos luz de distância da Terra, na constelação de Áries. ©Lynette R. Cook

Tradução do artigo de  Ian O’Neill na Universe Today em 10/01/2009 onde ele comenta suas impressões sobre a conferência da AAS (American Astronomical Society).

Em setembro de 2008, o Observatório de Rayos-X Chandra anunciou que havia observado algo muito estranho em BD+20 307. O sistema binário parecia ter um disco de pó ao redor do mesmo, indicando que aparentement tratava-se de um sistema de formação planetária jovem com apenas uma fração da idade do Sistema Solar. Não obstante, é bem sabido agora que essas binárias possuem, na realidade, alguns bilhões de anos de idade. Concluíram então que o disco havia sido criado por um evento planetário muito raro: uma colisão planetária cataclísmica.

Para ler o artigo completo, clique aqui

Eternos aprendizes estão em novo endereço: www.eternosaprendizes.com

Eternos aprendizes estão em novo endereço: http://www.eternosaprendizes.com

31/12/2008

Os quatro sóis do sistema HD 98800

hd-98800-quatro-sois

Quatro sóis formam o sistema HD 98800 {1}

A concepção artística acima mostra os dois anéis de poeira que indicam a possível presença de um exoplaneta ainda não detectado, orbitando o par central de estrelas no sistema quádruplo HD 98800 – Illustração: NASA/JPL-Caltech/T Pyle/SSC.

O sistema quádruplo de estrelas HD 98800 consiste de dois pares binários HD 98800 A e B, ambos com estrelas T Tauri (anãs laranjas de tipo espectral K), e dois discos ao redor da componente B. O par A-B tem uma separação de 50 UA e um período de 300-430 anos. As estrelas da componente B, com semi-eixo maior de ~0,98 UA e excentricidade 0,78, são denominadas HD 98800 Ba e Bb, suas massas são 0,699 e 0,582 Massas Solares, respectivamente. Os discos ao redor de HD 98800 B se localizam nas distâncias radiais de 1,5 a 2 UA e de 5,9 a 6,5 UA. O plano dos discos apresenta uma inclinação superior a 10 graus.

Quantas estrelas serão necessárias para gerar um planeta? No nosso sistema solar apenas uma: o Sol. Entretanto, pesquisas através do telescópio orbital Spitzer de infravermelho mostram que planetas poderiam algumas vezes formar-se em sistemas com múltiplas estrelas.

Como será a visão de um sistema como quatro sóis no céu? Os planetas do sistema HD 98800, se de fato existirem, teriam essa rara visão.

(more…)

Older Posts »

Blog no WordPress.com.