Eternos Aprendizes

31/03/2009

E a pedra rolou ladeira abaixo… em Marte!

E a pedra rolou ladeira abaixo… em Marte!

Imagens de um mundo em movimento…

Imagem da pedra que rolou ladeira abaixo em uma avalanche em Marte. Crédito: HiRISE e colorização feita por Stuart Atkinson (http://cumbriansky.wordpress.com/)

Imagem da pedra que rolou ladeira abaixo em uma avalanche em Marte. Crédito: HiRISE e colorização feita por Stuart Atkinson (http://cumbriansky.wordpress.com/)

Marte não é um mundo morto como se pensava e diversas imagens retratam esse fato.

Stuart Atkinson (Stu) é membro da UnmannedSpaceflight.com e tem um blog, Cumbrian Sky.

Ontem, 30 de março, Stu colocou algumas fotos de Marte em seu website, contando sua história de como ele criou essa imagem fantástica da “pedra que rolou a ladeira” a partir de uma foto comum da câmera HiRISE na sonda robô Mars Reconnaisaince Orbiter.

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29/03/2009

Tunguska: o mistério foi finalmente resolvido? Um fragmento de cometa explodiu como uma bomba?

Tunguska: o mistério foi finalmente resolvido?

Um fragmento de cometa explodiu como uma bomba na atmosfera?

Um evento altamente energético ocorreu em Tunguka, Sibéria, em 1908, mas o que realmente causou isto? Crédito© Don Davis

Um evento altamente energético ocorreu em Tunguka, Sibéria, em 1908, mas o que causou isto? Crédito© Don Davis

Há mais de um século, em 30 de junho de 1908, uma explosão descomunal foi detonada sobre uma região despovoada da Rússia chamada Tunguska. Esse é provavelmente um dos mistérios mais duradouros que persiste sem solução no mundo. O que causou essa enorme explosão na atmosfera, com a energia equivalente a mais de 1.000 bombas atômicas (Japão – Hiroshima/Nagasaki, 2ª guerra mundial, 1945), que não deixou crateras? É notável a maneira que esse estranho evento tornou-se grande material fonte para escritores de ficção cientifica. Afinal, como poderia tamanha explosão que agitou o campo magnético terrestre e iluminou o hemisfério norte por 3 dias não ter deixado uma cratera sequer, mas aplainou de forma exótica uma grande área de 2.150 km² da floresta siberiana e deixou 200 km² de árvores queimadas?

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27/03/2009

Física: os táquions, partículas que viajam mais rápidas que a luz, são impossíveis?

Os táquions, partículas que viajam mais rápidas que a luz, são impossíveis?

A relatividade evita que a matéria comum alcance a velocidade da luz, mas não descarta um a existência de um conjunto de partículas chamadas táquions que só podem viajar mais rápido que a luz (Imagem: Xcawhy/Stock.xchng)

A relatividade evita que a matéria comum alcance a velocidade da luz, mas não descarta a existência de um conjunto de partículas chamadas táquions que só podem viajar mais rápido que a luz. Crédito: Xcawhy/Stock.xchng

Táquions impossíveis? As partículas hipotéticas mais rápidas que a luz (FTL: “faster than light“), os táquions, podem ser, na verdade, impossíveis, de acordo com dois físicos matemáticos. Se estiverem corretos, sua nova teoria também implicará que o tempo, aparentemente uma das facetas mais fundamentais da natureza, não é mais que uma miragem.

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25/03/2009

Mais quente que o Sol: Primeira detecção direta das ondas magnéticas Alfvén

Mais quente que o Sol: Primeira detecção direta das ondas magnéticas Alfvén

Onda de calor: O Telescópio Solar Sueco de 1 metro captou esta imagem de uma região aproximada de 8.000×8.000 quilômetros da superfície do Sol. Os cientistas observaram as ondas Alfvén oscilando a partir  deste ponto brilhante perto do centro da imagem, uma área altamente magnetizada. Crédito: D. Jess

Onda de calor: O Telescópio Solar Sueco de 1 metro captou esta imagem de uma região aproximada de 8.000×8.000 quilômetros da superfície do Sol. Os cientistas observaram as ondas Alfvén oscilando a partir deste ponto brilhante perto do centro da imagem, uma área altamente magnetizada. Crédito: D. Jess

Os investigadores observam diretamente as ondas Alfvén, que mantém corona solar superaquecida.

As ondas magnéticas solares que,  segundo a teoria, transferem calor da superfície do Sol para a sua atmosfera foram finalmente observadas diretamente pela primeira vez, conforme reportado pelos cientistas no exemplar dos 20 de março de 2009 da revista Science.

Clique aqui para conhecer mais a respeito dessa descoberta sobre o Sol.

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24/03/2009

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar (super Buraco-Negro ativo)

No coração de uma galáxia ativa, a matéria do disco de acresção cai dentro do buraco negro supermassivo, mas parte desta massa é desviada e cria jatos de partículas que viajam quase a velocidade da luz. Para as galáxias ativas classificadas como blazars, um de estes jatos de matéria se dirige diretamente até a Terra. Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center Conceptual Image Lab

No coração de uma galáxia ativa, a matéria do disco de acresção cai dentro do buraco negro supermassivo, mas parte desta massa é desviada e cria jatos de partículas que viajam em velocidades relativísticas. Essa imagem represnta uma galáxia ativa classificada como blazar e um do seus jatos de matéria se dirige diretamente até a Terra. Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center Conceptual Image Lab

Uma equipe internacional de astrofísicos usando telescópios terrestres e espaciais tem observado surpreendentes alterações na radiação emitida por uma galáxia ativa. O quadro que surge a partir destas primeiras observações simultâneas com telescópios ópticos, de raios-X e de última geração de raios gama é muito mais complexo do que os cientistas esperavam e desafia as atuais teorias de como a radiação das galáxias ativas é gerada.

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22/03/2009

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

George Dvorsky defende uma forte opinião quanto à ‘hipótese da terra rara’ em seu blog Sentient Developments, referindo-se a esse tema como uma desilusão e contestando os motivos pelos quais a vida na galáxia é provável de ser incomum. O post lembra o livro que deu origem a tudo isso: Rare Earth: Why Complex Life is Uncommon in the Universe (Copernicus, 2000), escrito por Peter Ward e Donald Brownlee. Os autores do livro argumentam que a vida complexa (multicelular) na Terra só foi possível devido a uma incrível cadeia de circunstâncias acidentais. Ward e Brownlee defendem que grande parte da nossa galáxia é composta de ‘zonas mortas’.

O tema é complexo e envolve fatores como o lugar do planeta na zona habitável da galáxia (um assunto controverso), sua órbita em torno da sua estrela, seu tamanho, seus satélites, sua magnetosfera, suas placas tectônicas, e muito mais.

Quem afinal está com a razão?

Vejamos a seguir…

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Estrelas desaparecidas ajudam astrônomos a comprovar a origem das supernovas tipo II

Estrelas desaparecidas ajudam astrônomos a comprovar a origem das supernovas tipo II

Representação artística da supernova SN 1993J

Representação artística da supernova SN 1993J, onde uma a estrela progenitora supergigante vermelha classe K (à esquerda) iniciou sua explosão depois de ter transferido parte do gás hidrogênio (cerca de 7 vezes a massa do Sol) para a sua companheira binária gigante azul classe B (à direita). Crédito: ESA

Os astrônomos confirmaram através de imagens dos telescópios Hubble e Gemini o que há muito suspeitavam: as supernovas tipo II são de fato resultantes da explosão de estrelas supergigantes vermelhas.

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20/03/2009

Qual é a situação atual do Sol? Como o Sol é monitorado?

Qual é a situação atualizada do Sol – Veja nas últimas imagens do Sol o que está acontecendo

Nas imagens deste post você poderá ver as últimas imagens atualizadas do Sol a partir dos diversos observatórios que monitoram o comportamento da nossa estrela.

A imagem abaixo é fornecida pelo instrumento Michelson Doppler Imager (MDI) que é o aparelho que produz a maior quantidade de informações pelo observatório espacial SOHO.

SOHO Michelson Doppler Imager (MDI) 6767 Å - Stanford University

SOHO Michelson Doppler Imager (MDI) 6767 Å - Stanford University

Veja mais imagens atualizadas a seguir…

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14/03/2009

Cometas não só podem aniquilar a vida, mas também impedir que ela apareça!

Cometas não só podem aniquilar a vida, mas também impedir que ela apareça!

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Impressão artística de um planeta esterilizado pelo contínuo bombardeio de cometas e meteoros. Crédito: David Hardy em http://www.pparc.ac.uk/Nw/tc_images.asp

lgumas estrelas têm um elevado nível de cometas à sua volta e isso pode trazer o apocalipse sobre as possíveis formas de vida enraizadas em seus planetas. Visando entender melhor como isso funciona, há uma investigação em curso para determinar qual fração de sistemas estelares que podem ser inabitáveis por causa de impactos de cometas.

Muitos dos cometas no nosso sistema Solar estão no Cinturão Kuiper, um disco cheio de detritos que se estende desde a órbita de Netuno (30 UA) para quase duas vezes o superior a essa distância. Outras estrelas têm mostrado discos de detritos semelhantes a esse. Um exemplo disso é Epsilon Eridani, estrela gêmea do Sol a 10 anos-luz da Terra, que é um sistema jovem que possui três anéis.

epsilon-eridaniCerca de 20 por cento das estrelas semelhantes ao Sol têm discos de detritos que são mais substanciais que o nosso Cinturão de Kuiper, de acordo com os dados do Telescópio Espacial Spitzer. Mais detritos podem significar mais cometas, mas isso também pode significar mais impactos assassinos em planetas semelhantes à Terra orbitando essas estrelas?

Para responder isso temos que saber se existem planetas gigantes como Júpiter ao redor dessas estrelas semelhantes ao Sol.

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12/03/2009

Por que Plutão não é mais um Planeta?

Por que Plutão não é mais um Planeta?

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Plutão e suas 3 luas: Caronte, Nix e Hydra

Por que Plutão não é mais um planeta? Alguns anos depois da decisão controversa da União Astronômica Internacional, o debate segue não resolvido, e as pessoas às vezes parecem não aceitar. Isso é um ponto sensível para muitos – Plutão não é um planeta. Neste artigo, vou explicar os acontecimentos que levaram à decisão, o estado atual da definição planetária, e se Plutão tem qualquer esperança para o futuro. Vamos descobrir porque Plutão não é mais considerado um planeta.

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