Eternos Aprendizes

06/04/2009

A pesquisa galáctica 6dFGS monta um novo mapa cósmico e revela estruturas e vazios colossais

A pesquisa galáctica 6dFGS monta um novo mapa cósmico e revela estruturas e vazios colossais

montage_6dfgsA maior pesquisa galáctica já realizada até hoje, denominada 6dFGS (Six Degree Field Galaxy Survey), observou concentrações gigantes de matéria e enormes vazios cósmicos. Um desses vazios é tão grande que há uma indefinição sobre as suas origens.

O projeto 6dFGS mapeou o equivalente a 41% de todo o céu,  mais de 80% do céu visível a partir do hemisfério sul, medindo as posições e distâncias de 110.000 galáxias distantes até 2 bilhões de anos-luz da Terra (equivalente ao desvio para o vermelho z=0,15), que irá revelar não apenas a localização das galáxias mas também para onde elas estão se deslocando, quais são suas velocidades relativas e o que está causando seu movimento.

Mapa da pesquisa SDSS

SDSS

Nenhuma pesquisa anterior tinha coberto tamanha fatia do céu. A famosa pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey – veja uma imagem do mapa gerado pela SDSS clicando no ícone à esquerda), baseada no céu do hemisfério norte, realizou uma varredura cósmica notável mas restringiu-se a uma região com apenas 23% do céu.

O encerramento do censo cósmico 6dFGS foi anunciado em 3 de abril pelo time liderado pelo Dr. Heath Jones do Anglo-Australian Observatory em Epping, Austrália.

O projeto 6dFGS usou o telescópio de 1,2 metros UK Schmidt na Austrália, que é operado pelo Siding Spring Observatory em New South Wales, Austrália, e a varredura se restringiu aos céus visíveis no hemisfério sul .

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04/04/2009

Como seria cair num buraco negro?

Como seria cair num buraco negro?

A visão de dentro de um buraco negro? Crédito: University of Colorado

A visão de dentro de um buraco negro? Crédito: University of Colorado

Se você caísse num buraco negro seria cercado pela escuridão? Você neste caso seria capaz de ver além do horizonte de eventos? Dentro de um buraco negro pode existir um atalho através do espaço-tempo chamado de buraco-de-minhoca? Buracos negros concebem bebês universos?

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03/04/2009

Sol: onde estão as manchas solares afinal?

Sol: onde estão as manchas solares afinal?

Essa imagem mostra situação do Sol em 03 de abril de 2009, 14:24h, capturada pelo Michelson Doppler Imager no observatório solar SOHO, mostra uma imagem contínua do Sol, sem nenhuma mancha. Crédito: SOHO, NASA/ESA

Essa imagem espelha a situação do Sol em 03 de abril de 2009, 14h24min, capturada pelo Michelson Doppler Imager no observatório solar SOHO. Vemos aqui uma imagem contínua do Sol, sem nenhuma mancha solar. Crédito: SOHO, NASA/ESA

Nada tem acontecido no Sol há algum tempo, pelo menos quando discutimos sobre a presença (ou melhor: ausência) das manchas solares. “Estamos experimentando um mínimo solar muito profundo”, disse o físico solar Dean Pesnell do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Mariland, EUA.

Gráfico com os anos que apresentaram o menor número de manchas solares no último século. As barras verticais deste histograma representam o número de dias por ano em que as manchas solares estiveram ausentes. Crédito: Tony Phillips

Gráfico com os anos que apresentaram o menor número de manchas solares no último século. As barras verticais deste histograma representam o número de dias por ano em que as manchas solares estiveram ausentes. Crédito: Tony Phillips (www.science.nasa.gov)

Em 2008 não observamos nenhuma mancha solar em 266 dos 366 dias do ano (73%). A contagem das manchas solares em 2009 caiu ainda mais: até 20 de abril de 2009, 97 dos 112 dias apresentaram nenhuma mancha, ou seja, tivemos um índice de inatividade de 88%. Para aqueles que acompanham a atividade solar rotineiramente esse é o Sol mais calmo já visto em quase um século. Mas, o que isso significa para nós?

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02/04/2009

Métodos propostos para detecção de exoluas

Métodos propostos para detecção de exoluas

Exolua de tamanho similar a Terra orbitando um exoplaneta gigante gasoso

Métodos propostos para detecção de exoluas

O que é uma exolua?

Uma lua extra-solar, ou exolua, é um termo que se refere a um satélite natural que orbita um planeta extra-solar ou outro corpo extra-solar maior que o próprio objeto.

Até agora não foram descobertas luas extrasolares, mas sua existência tem sido prevista pelos astrônomos, orbitando diversos exoplanetas.

Quais são os métodos propostos de detecção de exoluas?

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31/03/2009

E a pedra rolou ladeira abaixo… em Marte!

E a pedra rolou ladeira abaixo… em Marte!

Imagens de um mundo em movimento…

Imagem da pedra que rolou ladeira abaixo em uma avalanche em Marte. Crédito: HiRISE e colorização feita por Stuart Atkinson (http://cumbriansky.wordpress.com/)

Imagem da pedra que rolou ladeira abaixo em uma avalanche em Marte. Crédito: HiRISE e colorização feita por Stuart Atkinson (http://cumbriansky.wordpress.com/)

Marte não é um mundo morto como se pensava e diversas imagens retratam esse fato.

Stuart Atkinson (Stu) é membro da UnmannedSpaceflight.com e tem um blog, Cumbrian Sky.

Ontem, 30 de março, Stu colocou algumas fotos de Marte em seu website, contando sua história de como ele criou essa imagem fantástica da “pedra que rolou a ladeira” a partir de uma foto comum da câmera HiRISE na sonda robô Mars Reconnaisaince Orbiter.

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29/03/2009

Tunguska: o mistério foi finalmente resolvido? Um fragmento de cometa explodiu como uma bomba?

Tunguska: o mistério foi finalmente resolvido?

Um fragmento de cometa explodiu como uma bomba na atmosfera?

Um evento altamente energético ocorreu em Tunguka, Sibéria, em 1908, mas o que realmente causou isto? Crédito© Don Davis

Um evento altamente energético ocorreu em Tunguka, Sibéria, em 1908, mas o que causou isto? Crédito© Don Davis

Há mais de um século, em 30 de junho de 1908, uma explosão descomunal foi detonada sobre uma região despovoada da Rússia chamada Tunguska. Esse é provavelmente um dos mistérios mais duradouros que persiste sem solução no mundo. O que causou essa enorme explosão na atmosfera, com a energia equivalente a mais de 1.000 bombas atômicas (Japão – Hiroshima/Nagasaki, 2ª guerra mundial, 1945), que não deixou crateras? É notável a maneira que esse estranho evento tornou-se grande material fonte para escritores de ficção cientifica. Afinal, como poderia tamanha explosão que agitou o campo magnético terrestre e iluminou o hemisfério norte por 3 dias não ter deixado uma cratera sequer, mas aplainou de forma exótica uma grande área de 2.150 km² da floresta siberiana e deixou 200 km² de árvores queimadas?

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27/03/2009

Física: os táquions, partículas que viajam mais rápidas que a luz, são impossíveis?

Os táquions, partículas que viajam mais rápidas que a luz, são impossíveis?

A relatividade evita que a matéria comum alcance a velocidade da luz, mas não descarta um a existência de um conjunto de partículas chamadas táquions que só podem viajar mais rápido que a luz (Imagem: Xcawhy/Stock.xchng)

A relatividade evita que a matéria comum alcance a velocidade da luz, mas não descarta a existência de um conjunto de partículas chamadas táquions que só podem viajar mais rápido que a luz. Crédito: Xcawhy/Stock.xchng

Táquions impossíveis? As partículas hipotéticas mais rápidas que a luz (FTL: “faster than light“), os táquions, podem ser, na verdade, impossíveis, de acordo com dois físicos matemáticos. Se estiverem corretos, sua nova teoria também implicará que o tempo, aparentemente uma das facetas mais fundamentais da natureza, não é mais que uma miragem.

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25/03/2009

Mais quente que o Sol: Primeira detecção direta das ondas magnéticas Alfvén

Mais quente que o Sol: Primeira detecção direta das ondas magnéticas Alfvén

Onda de calor: O Telescópio Solar Sueco de 1 metro captou esta imagem de uma região aproximada de 8.000×8.000 quilômetros da superfície do Sol. Os cientistas observaram as ondas Alfvén oscilando a partir  deste ponto brilhante perto do centro da imagem, uma área altamente magnetizada. Crédito: D. Jess

Onda de calor: O Telescópio Solar Sueco de 1 metro captou esta imagem de uma região aproximada de 8.000×8.000 quilômetros da superfície do Sol. Os cientistas observaram as ondas Alfvén oscilando a partir deste ponto brilhante perto do centro da imagem, uma área altamente magnetizada. Crédito: D. Jess

Os investigadores observam diretamente as ondas Alfvén, que mantém corona solar superaquecida.

As ondas magnéticas solares que,  segundo a teoria, transferem calor da superfície do Sol para a sua atmosfera foram finalmente observadas diretamente pela primeira vez, conforme reportado pelos cientistas no exemplar dos 20 de março de 2009 da revista Science.

Clique aqui para conhecer mais a respeito dessa descoberta sobre o Sol.

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24/03/2009

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar (super Buraco-Negro ativo)

No coração de uma galáxia ativa, a matéria do disco de acresção cai dentro do buraco negro supermassivo, mas parte desta massa é desviada e cria jatos de partículas que viajam quase a velocidade da luz. Para as galáxias ativas classificadas como blazars, um de estes jatos de matéria se dirige diretamente até a Terra. Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center Conceptual Image Lab

No coração de uma galáxia ativa, a matéria do disco de acresção cai dentro do buraco negro supermassivo, mas parte desta massa é desviada e cria jatos de partículas que viajam em velocidades relativísticas. Essa imagem represnta uma galáxia ativa classificada como blazar e um do seus jatos de matéria se dirige diretamente até a Terra. Crédito: NASA/Goddard Space Flight Center Conceptual Image Lab

Uma equipe internacional de astrofísicos usando telescópios terrestres e espaciais tem observado surpreendentes alterações na radiação emitida por uma galáxia ativa. O quadro que surge a partir destas primeiras observações simultâneas com telescópios ópticos, de raios-X e de última geração de raios gama é muito mais complexo do que os cientistas esperavam e desafia as atuais teorias de como a radiação das galáxias ativas é gerada.

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22/03/2009

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

George Dvorsky defende uma forte opinião quanto à ‘hipótese da terra rara’ em seu blog Sentient Developments, referindo-se a esse tema como uma desilusão e contestando os motivos pelos quais a vida na galáxia é provável de ser incomum. O post lembra o livro que deu origem a tudo isso: Rare Earth: Why Complex Life is Uncommon in the Universe (Copernicus, 2000), escrito por Peter Ward e Donald Brownlee. Os autores do livro argumentam que a vida complexa (multicelular) na Terra só foi possível devido a uma incrível cadeia de circunstâncias acidentais. Ward e Brownlee defendem que grande parte da nossa galáxia é composta de ‘zonas mortas’.

O tema é complexo e envolve fatores como o lugar do planeta na zona habitável da galáxia (um assunto controverso), sua órbita em torno da sua estrela, seu tamanho, seus satélites, sua magnetosfera, suas placas tectônicas, e muito mais.

Quem afinal está com a razão?

Vejamos a seguir…

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