Eternos Aprendizes

01/02/2009

Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas

Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas

Impressão artistica (Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?

Impressão artística (crédito: Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?

[ Tradução do artigo "Astronomers Now Looking For Exomoons Around Exoplanets" escrito por Ian O'Neill na Universe Today em 14 de dezembro de 2008 ]

Está começando a parecer que os astrônomos estão se tornando cansados de observar diretamente os exoplanetas, já estivemos aqui, já fizemos isso… Assim eles estão agora se aprofundando mais visando uma nova grande descoberta: a detecção de exoluas (ou lua extrasolar) orbitando exoplanetas. Em novo estudo um astrônomo britânico quer usar a técnica mais comumente utilizada na observação indireta de exoplanetas. Essa tradicional e amplamente usada técnica verifica a estrela candidata para ver se ela tremula. A tremulação ou flutuação orbital estelar é usualmente causada pela presença de um objeto massivo orbitando a estrela, revelando indiretamente a presença de um exoplaneta (ou um objeto sub-estelar como uma anã-marrom).

Agora, de acordo com David Kipping, a presença de exoluas também poderá ser detectada pelo “método da análise da flutuação orbital”. Como fazê-lo?

Para ler o artigo completo, clique aqui

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6 Comentários »

  1. Se levarmos em consideração as dezenas de luas que encontramos orbitando os planetas gasosos no sistema Solar é praticamente certo que os exoplanetas tenham exoluas nas suas redondezas, acho que é apenas uma questão de tempo para a primeira ser descoberta.

    Será que o JWST poderá detectar exoluas? Ou o TPF poderá realizar tal feito? Fico na expectativa de novas descobertas…

    Como é bom explorar novos horizontes!

    Comentário por Felipe Leonardo — 01/02/2009 @ 21:41

  2. A idéia de exoluas gigantes (do tamanho da Terra) é atraente se pensarmos nas estrelas anãs-vermelhas. As anãs-vermelhas são as estrelas mais frequentes no Universo (80%). Sendo estrelas muito frias, um exoplaneta dentro da zona de habitação fatalmente estará próximo da estrela e naturamente em rotação sincrônica (como a Lua está em relação a Terra), exibindo sempre a mesma face para sua estrela-mãe. O clima em tal exoplaneta fica comprometido e a evolução da vida extremamente prejudicada. Uma exolua de grande porte (da magnitude da Terra, com atmosfera, magnetosfera, água, oceanos, placas tectônicas, como a da imagem no artigo) não terá esse problema uma vez que a mesma está orbitando o seu planeta e não a estrela. Assim seu clima será ameno pois ela estará girando em torno de seu eixo, em relação ao seu diminuto sol vermelho.

    Comentário por ROCA — 02/02/2009 @ 1:02

  3. Achar uma exolua gigante poderá ser um enorme avanço na procura pela vida extra-terrestre!

    Você acha que o telescópio Kepler vai localizar planetas semelhantes à Terra?
    http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=Atm8541ZFLd308JkCyU9m7TI6gt.;_ylv=3?qid=20090303113521AAx7qxT

    Comentário por roamara — 04/03/2009 @ 14:20

  4. [...] temos ainda uma boa leitura para saber quanto habitável é um exoplaneta ou uma exolua, ou se a Terra é rara. Afinal, Peter Ward e Donald Brownlee podem estar certos? Ainda não [...]

    Pingback por Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos? « Eternos Aprendizes — 22/03/2009 @ 18:31

  5. [...] usando esses dois efeitos combinados. O autor testou o método em Gliese 436 b e deduziu que a flutuação orbital desse exoplaneta gerada pela presença de uma hipotética exolua como massa igual a do planta Terra [...]

    Pingback por Métodos propostos para detecção de exoluas « Eternos Aprendizes — 02/04/2009 @ 18:39

  6. [...] usando esses dois efeitos combinados. O autor testou o método em Gliese 436 b e deduziu que a flutuação orbital desse exoplaneta gerada pela presença de uma hipotética exolua com massa igual a do planeta Terra [...]

    Pingback por Métodos propostos para detecção de exoluas « Eternos Aprendizes — 22/09/2009 @ 23:23


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